
Nascido em Bogotá na Colômbia em 1967, padre Antonio María Benítez Arévalo cresceu em uma família cristã seguindo o testemunho dos pais, Carlos Alberto e Maria Teresa, “pessoas de fé, mas também solidárias e próximas aos outros”.
Por Jaime C. Patias *
Antonio Benítez entrou no seminário dos missionários da Consolata e estudou filosofia e teologia em Bogotá concluindo os estudos com uma especialização na Espanha.
Quando foi registrado este video, em setembro de 2025, durante o corso de formação continuada (G25) em Roma, padre Antonio Benítez trabalhava na casa natal de São José Allamano, em Castelnuovo Don Bosco. (Hoje p missionário trabalha em Elche na Espanha). Com o colega, padre Pietro Trabucco, além de acolher as visitas na casa do Fundador, se dedicavam ao trabalho pastoral em três paróquias e à animação missionária na diocese de Asti.
Casa natal do Santo Fundador
“O trabalho na casa natal de Allamano consiste em testemunhar como este homem, desde a Igreja local promoveu a dimensão missionária. Por isso, a casa acolhe diversos grupos, não somente ligados aos missionários e missionárias da Consolata, mas também aos padres salesianos e outras realidades eclesiais que desejam conhecer o carisma deixado por São José Allamano”, explica padre Benítez.
Com a canonização (20 outubro 2024) a casa passou por uma reorganização e renovação “que permitem aos visitantes, especialmente às crianças e jovens, entrar e conhecer o carisma desse grande homem, sobretudo descobrir a sua chamada pessoal a ser missionário”.

Tudo isso mostra “como Allamano influenciou a vida de tantas pessoas e continua a influenciar. Isso é muito importante por que, com a canonização, São José Allamano foi reconhecido patrimônio não só dos missionários e missionárias da Consolata, mas também como patrimônio da Igreja”.
“Com alegria acolhemos jóvens que são curiosos por descobrir essa figura e a nova apresentação audiovisiva moderena, introduz com a própria voz de Allamano, essa chamanda à solidariedade, um valor que infelizmente no atual contexto de guerras e conflitos está em perigo. Mas que graças ao caminho de congregações religiosos e grupos pastorais, tem permetido revitalizar esse compromisso de construir uma nova humanadade mais solidária e mais humana”, destaca o religioso.
“Agradeço ao Senhor porque tem sido um momento de inrequicimento pessoal sobretudo depois de fazer o percurso pelos diversos lugares da casa que destaca diversos aspectos do Allamano e se conclui diante de uma janela digital que se abre ao mundo inteiro. Isso nos interpela como crstão e como seres humanos a reconhecer que o outro não é um problema patra mim, que o outro é diferente mas me enriquece e com isso se projeta a unidade universal, a fraternidade universal escrita também nessa bela oração do Pai Nosso.
O Jubileu sacerdotal
Ao concluir o curso G25 para missionários que celebram o Jubileu sacerdotal e ou de vida religiosa para os irmãos, padre Antônio Benítez diz que tem sido “um momento de graça, particularmente para mim de gratidão por tudo o que tenho vivido, por tudo aquilo que o Senhor me permitiu aprender e descobrir nestes anos. Aqui tive a oportunidade de me encontrar com colegas que anos atrás havia começado um caminho e agora se enriqueceram com esse processo.

Tem sido também uma perigribnação por que a esperança nos empurra a ir avante, nos coloca nestecaminho de ir ao encontro do outro. Foi ainda, um caminho de reconhecimento das nossas fragilidades e do nosso crescimento na fé. Anos atrás comecei este caminho e não pensava fazer tantas coisase tinha a tentação de pensar que muitas coisas dependiam de mim, chegando nesse ponto, o Jubileu nos permite a reconhecer que podemos fazer muitas coisas mas tudas devem ser movidas pelo poder de Deus. Essa atitude “nos faz mais humildes, nos faz reconhecer que Ele é realmente o protagonista da missão. Por isso entendo que este momento de Jubileu nos permitiu dar graças a Deus e crescer em nosso caminho de fé” conclui padre Antonio Benítez.
* Padre Jaime C. Patias, IMC, Secretariado para comunicação


